A guaracava-cinzenta é ainda mais discreta do que as espécies do gênero Elaenia, é um pouco menor do que E. chiriquensis. O formato geral do corpo lembra essa espécie, tendo as cores mais contrastadas. Uma área clara começa no bico e estende-se até acima dos olhos. Nas asas, três faixas claras, com as penas longas das asas de borda da mesma cor. A cor dominante nas costas é olivácea; cabeça mais acinzentada. Embaixo das penas da cabeça há uma listra amarela, cuja observação é muito rara, por não eriçar o topete com freqüência.
Vive na copa e bordas das matas secas e matas ciliares mais extensas. Associa-se aos bandos mistos de insetívoros de copa, usando as galhadas abaixo da folhagem. Geralmente está em casais, várias vezes emitindo o chamado característico. Inicia com uma ou duas notas altas e agudas, assobiadas. Logo em seguida, um martelar contínuo, levemente descendente, repetido duas ou três vezes. O parceiro ou parceira responde da mesma maneira. Muitas vezes, usam somente a nota inicial para o contato. É mais escutada do que vista.
Ocorre em grande parte do Brasil, desde a Mata Atlântica, todo o centro-oeste e a Amazônia Ocidental.
A guaracava-de-penacho-amarelo mede cerca de 13 cm de comprimento.
É uma espécie incomum, que habita o sub-bosque e o estrato médio de florestas de várzea e buritizais, passando desapercebida até o momento em que canta. Vive solitária ou aos pares, apenas raramente seguindo bandos mistos de aves.
Presente no Brasil principalmente ao longo do Rio Amazonas e no baixo curso de seus afluentes, em direção sul até o alto Rio Juruá. Encontrada também nas Guianas, Venezuela, Peru e Equador.
A maria-pechim mede cerca de 12,5 cm de comprimento.
É comum na copa e nas bordas de florestas úmidas, florestas de galeria e capoeiras arbóreas, sendo menos freqüente em capoeiras arbustivas.
Presente da Amazônia até os estados de Goiás e São Paulo, e no Nordeste apenas em Alagoas. Encontrada também no Panamá e demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.